Resenha: Os 12 Signos de Valentina #OutubroRosa #LivroRosa


Oi, Leitores!!!

Último dia do mês de Outubro e vamos fechar com a última resenha em apoio ao #OutubroRosa.

Durante o mês, nossos colunistas escolheram livros com capa/elementos rosas como forma de alerta, se quiser conferir as resenhas deste ano ou dos anos anteriores, basta clicar aqui.


Mas vamos ao que interessa, vamos falar de Os 12 Signos de Valentina da autora Ray Tavares.

A primeira vez que ouvi falar deste livro foi no Mochilão da Record e confesso que fiquei enlouquecida, afinal sou a louca dos signos, ontem mesmo disse ao crush "me deixa ser a louca dos signos e sigamos felizes". Então, na Bienal do Livro não perdi a oportunidade de comprar o livro e conhecer a Ray, que é um doce de pessoa!!!

Mas não vamos conhecer apenas uma louca dos signos neste livro e sim uma história com muitas lições, como Isa precisei aprender muitas coisas após o término fatídico de uma relação, como ela também acreditei que meu ex era o amor da minha vida e demorei a compreender como alguém escolhe o caminho da traição, mas como Isa sobrevivi, ela se apegou as soluções e combinações astrológicas, eu me apeguei aos livros e vivi muitas outras histórias.

Após descobrir que Áries e Peixes não combinam e atribuir a isso o término do seu relacionamento de seis anos com Lucas, Isa decide encontrar o seu par perfeito e cria um blog para relatar suas experiências, ela simplesmente decide conhecer um rapaz de cada signo e assim relatar os prós e contras de se relacionar com cada um deles até encontrar seu libriano perfeito.

E enquanto ela irá buscar os doze signos do zodíaco, encontrando inclusive pessoas muito interessantes neste caminho, ela terá o melhor encontro da sua vida, o encontro consigo mesma. Isa irá se redescobrir, viver novas experiências, entender sentimentos, reações e aprenderá a importância de estar feliz sozinha, para que assim possa ser feliz com alguém.

Nós temos o prazer de acompanhar um processo de resignificação da vida... Você deve estar pensando "que livro mais sério" e é aí que você se engana, a autora nos oferece um história envolvente, divertida, cheia de surpresas e muitas gargalhadas. Isa tem uma personalidade única, nos mostrando de forma leve a importância de sermos sobreviventes.

O reencontro com o amor próprio, só irá fortalecer a sua estima e mostrar que agora sim, ela está pronta para o amor, mas não pense que os caminhos a serem percorridos serão fáceis e que ela não fará escolhas erradas e confusas. Mas sabe aquela história que só chegamos ao final quando dá certo? Então...

Talvez, em momento algum, a autora tenha tido essa intenção de nos fazer refletir, ao escrever uma história tão divertida, com um final muito fofo, mas as lembranças que ele me fez ter, só me confirmaram que nunca podemos lamentar por coisas que passamos, afinal são as nossas vivências que nos forma e nos transforma em quem somos, através do livre arbítrio, decidimos se apenas os astros irão definir quem somos ou quem queremos ser.

Um livro divertido, leve, fluido e mais do que recomendado por mim... Talvez ele não te gere tantas reflexões, como foi para mim, mas garanto que você irá se apaixonar pela história da Isa e se não é ligado aos signos, ficará no mínimo com uma pulga atrás da orelha.
Lido em: Outubro de 2017
Título: Os 12 Signos de Valentina
Autora: Ray Tavares
Editora: Galera Record
Gênero: Romance
Ano: 2017
Páginas: 392

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Resenha: A Inconfundível Escrita de Murakami #OutubroRosa #LivroRosa

Por João Moreno

“(…) Mas acho que, se for pra escrever, melhor que seja, no mínimo, alguma coisa edificante pra você mesmo. Senão não faz sentido. Não é?” (MURAKAMI, 2016, p. 103).

 Quando, lendo um livro de Murakami, perguntam-me: “sobre o que se trata esse livro?”, demoro muito à responder. O pior: depois de muito pensar, à resposta que chega aos meus ouvidos não agrada-me em nada. Para mim, desde Minha Querida Sputinik, meu primeiro livro, sempre foi difícil caracterizar a temática de suas obras. Pergunto-me, seria essa uma exclusividade minha?
Haruki Murakami, parte da atual leva de escritores contemporâneos da literatura japonesa, é dono de uma “voz particular, única na língua japonesa”, segundo o próprio autor. Para o livro 501 Grandes Escritores, trata-se de uma voz de difícil caracterização, que define-se em sua “prosa coloquial, com pendor para o bizarro (…) e tendências diversas quanto ao Realismo Mágico e Ciberpunk”. (PATRICK, 2009, p. 608).
“Naquela época, eu acreditava sinceramente que, convertendo tudo em números desse jeito, conseguiria comunicar alguma coisa às outras pessoas. E que ter algo pra comunicar seria uma prova definitiva da minha existência”. (MURAKAMI, 2016, p. 85). Ainda sobre esse estilo de escrita (que bebe no surrealismo), talvez às obras se pautem realmente no absurdo que mesclam-se às indissociáveis metáforas. Metáforas essas, nas palavras do próprio Murakami, dotada de ritmo próprio e construídas em características únicas.

“Às vezes o dia de ontem parecia o ano anterior, ou o ano anterior se confundia com o dia de ontem. Nas horas mais graves, o ano seguinte se confundia com o dia anterior (…) Por muitos meses, por muitos anos, permaneci assim, sentado sozinho no fundo de uma piscina profunda. A água morna, a luz suave, o silêncio. O silêncio… (MURAKAMI, 2016, p..154).

Ainda sobre esse estilo (e, aqui, a repetição se faz necessária), Stephen Yeager, Doutor em Literatura Inglesa, complementa, “fica sempre a impressão de que o que está ausente não foi perdido – na verdade, nunca se apresentou”.

“(…) traçava novamente seu caminho, retornado ao seu próprio mundo. Nesse caminho de volta, uma tristeza nebulosa sempre invadia seu peito. Aquele mundo que esperava seu retorno era vasto demais, poderoso demais, e ali ele não encontrava nenhum lugar para se refugiar.” (MURAKAMI, 2016, p. 170).

Ouça a Canção do Vento e Pinball, 1973, duas novelas que compõem os primeiros escritos de Murakami, duas narrativas intercaladas que se confundem e nos confundem. Talvez, nessas duas obras, não haja uma temática protagonista. O cotidiano assume tons, a incerteza do futuro dita ritmos, a nostalgia, principalmente ela, assume formas.

“Um belo dia nosso coração se prende em alguma coisa. (…) Por dois ou três dias fica perambulando pelo nosso coração, depois volta pra escuridão de onde surgiu. Há poços profundos escavados nos nossos peitos. Pássaros cruzam o ar sobre eles”. (MURAKAMI, 2016, p. 210).

E a solidão permanece como marca indelével de suas linhas. “Você não se sente sozinho, mesmo? – perguntou ela, mais uma vez, no fim. Enquanto eu procurava uma boa resposta, o trem chegou”. (MURAKAMI, 2016, p. 209). E tão difícil quanto caracterizar as obras de Murakami, comentá-las tornou-se atitude ingrata. Escrever sobre o que foi lido é como tentar agarrar com mãos enluvadas a brisa que sopra num longínquo verão. Ou tentar descrever as sensações trazidas pelo acariciar do vento numa tarde distante.
A sensação que fica é a do toque das palavras. Da certeza que ali, em alguns (muitos) momentos, sensações foram despertas. E, na tentativa de atentar-se para estas, sobra-me, apenas, um vazio. O escape das palavras na memória. Palavras, seus significantes e significados. Fica, também, à sensação de enxergar-me em seus personagens, suas contradições e dilemas. “(…) Diversos perfumes passaram suavemente pelo seu nariz e desapareceram. Foram muitos sonhos, muitas tristezas, muitas promessas. No fim, tudo desaparece”. (MURAKAMI, 2016, p. 189).
E, não importa quão marcante tenham sido à passagem de pessoas em nossas vidas, no final, ela, a vida, sempre segue. E como diria o próprio Murakami, na primeira linha de Ouça a canção do Vento. “Não existe nenhum texto perfeito. Assim como não existe desespero perfeito”. (MURAKAMI, 2016, p. 21). É a sensação que fica ao tentar narrar o inenarrável, transcrever o ‘intranscrevível”. Sentimentos esses, para mim, ligados de maneira inconfundível às obras de Murakami. 
“Vendo de longe (…) qualquer coisa fica bonita”. (MURAKAMI, 2016, p. 208).

Referências

MURAKAMI, Haruki. Ouça a canção do Vento; Pinbal, 1973, 1ª ed. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2016. 
PATRICK, Julian (Ed.). 501 grandes escritores. Rio de Janeiro: Sextante, 2009. 

Trinta e sete minutos para tirar essa foto. Percebe-se que nunca trabalharei com Fotojornalismo. Arquivo Pessoal. 

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Resenha: Mulheres que correm com lobos #OutubroRosa #LivroRosa

"Somos um trabalho em andamento” - Stephan Salvatore, The Vampire Diaries)

Olá, Leitoras!


Iniciando os trabalhos da nossa campanha do #OutubroRosa, estou trazendo a primeira resenha para vocês, espero que curtam!!

Vivemos dias em que a sensação de que nada fizemos, nada somos, nada merecemos nos invade, rasga e remenda a alma. Em outros dias, nos sentimos selvagens, fortes, bravas. Os céticos diriam que se trata da alma feminina, aquela que não se compreende... Ou ainda amaldiçoam a TPM pelo mal estar do século.

Mal sabem eles o que está por traz dos mitos e arquétipos da Mulher Selvagem.

A leitura, ainda inacabada, deste livro é uma revelação e ao mesmo tempo confirmação de que sou uma mulher que corro com lobos!!!!!!







Se você alguma vez foi chamada de desafiadora, icorrigível, saliente, esperta, submissa, indisciplinada, rebelde, você está no caminho certo. A Mulher Selvagem está por perto.

Não se trata de uma obra de auto-ajuda, mas da análise profunda de histórias que permearam a educação e o imaginário cultural feminino ao longo dos anos.

A psicóloga junguiana Clarissa Pinkola Estés identifica a essência da alma feminina, sua psique instintiva e nos fala de libertação. Pode fazer sentido para muitas almas perdidas que buscam encontrar o self perdido seja pelo acúmulo de funções, ou sintomas mais frequentes entre as mulheres modernas. No fim, sempre encontraremos uma história que se parece mais com a nossa em maior ou menor grau.

Para mim, a obra tem estabelecido um encontro e uma certeza: não estou sozinha nesse mundo!! O reencontro comigo mesma só se deu pela possibilidade de pensar e compartilhar minha história, meus medos e excessos com outras mulheres ou em terapia. Mas a compreensão da minha identidade muito se destacou na medida em que fui bebendo um pouco da análise de cada história. Das minhas preferidas até o momento: O Barba-Azul e Os sapatinhos vermelhos.

Uma leitura para todas as mulheres que de alguma forma correm com lobos... pois “(...) sinto que não sou comum. Não sou qualquer. Me gosto assim, cheia de reticências e parênteses, insensata, intensa, extrema, do calor vou ao frio com rapidez. Sou imperfeita. (ainda bem!). Entende quem me conhece de verdade. Aceita quem ama. Não carrego culpas dentro de mim, pois me perdoo todos os dias.”

Não se trata de romancear a vida, e sim de compreendê-la, de agir e não se acovardar. A algumas de nós a leitura pode não ser suficiente e a palavra de um especialista faça mais sentido. Para outras, a introdução do livro será suficiente para amá-lo ou abandoná-lo. Para mim, a reflexão e o encontro do auto perdão, o encontro com respostas que povoavam meu subconsciente...

“Sou fera, sou bicho, sou anjo, sou mulher...”



Título: Mulheres que correm com lobos – Mitos e histórias do arquétipo da Mulher Selvagem.
Autora: Clarissa Pinkola Estés
Editora: Rocco
Ano: 2014
Páginas: 523 
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Outubro Rosa no Três Leitoras!


Oi, Leitores!!!

Outubro Rosa no Três Leitoras é quase lei.

Nós aderimos a Campanha do Outubro Rosa já tem uns três anos e este ano não seria diferente. É de conhecimento de todos que este é o mês destinado a luta contra o câncer de mama e nós enquanto mulheres sabemos da sua importância.

Então, decidimos manter a luta neste ano, levando ao conhecimento de todas as mulheres a importância de se auto examinar e buscar o médico caso desconfie de algo.


Este é um movimento mundial, que se iniciou na década do século 20 nos Estados Unidos, e que aos poucos foi sendo reconhecida por todo o mundo.

No Brasil, a primeira iniciativa foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo-SP no dia 02 de outubro de 2002.

Hoje, muitas cidades aderem a campanha, iluminando pontos turísticos com uma luz rosa e nós aqui aderimos a campanha realizando a leitura de um livro que tenha elementos rosa na sua capa e ficaríamos muito felizes se nossas leitoras aderissem a essa campanha também.

Ficaram curiosos em saber quais foram as nossas escolhas de leitura?  

Nós vamos contar a vocês. porém existe um pequeno detalhe, vocês não saberão quem fez cada uma das escolhas, então fiquem de olho, pois durante o mês nossas resenhas especiais e bem rosas estarão por aqui lembrando a todas da importância de realizar os exames preventivos.




Os nossos queridinhos do mês serão Mil beijos de garoto da  Tillie Cole Fayes, Os 12 signos de Valentina da Ray Tavares, Mulheres que correm com os Lobos da Clarissa Pinkola Estés e Ouça a canção do vento de Haruki Murakami


Esperamos que vocês gostem e aí, vai escolher um #LivroRosa também? 

Conta para gente!!!



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Resenha: O Ano Em Que Te Conheci #OutubroRosa #LIvroRosa


 Olá, leitores!

Bem-vindos ao mundo imperfeito de Jasmine e Matt.Vizinhos, eles não têm o menor interesse em tornarem-se amigos e nunca haviam se falado antes. Estavam sempre ocupados demais com suas carreiras para manter qualquer tipo de contato.
Jasmine, mesmo sem nunca tê-lo encontrado, tem motivos para não suportar Matt.
Ambos estão em uma licença forçada do trabalho e sofrendo com seus dramas familiares. Eles precisam de ajuda.

Na véspera de Ano-Novo, os olhares de Jasmine e Matt se encontram de forma inusitada pela primeira vez. Eles têm muito tempo livre e precisam rever seus conceitos para poder seguir em frente.
Conforme as estações do ano passam, uma amizade improvável lentamente começa a florescer.
Uma história dramática, original e divertida como só Cecelia Ahern é capaz de escrever.





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Resenha: A Coroa #OutubroRosa #LivroRosa

UMA COROA, MUITAS HISTÓRIAS...


Olá leitores (as),

Atenção! Se você ainda não leu ou está lendo livros da Série, esta resenha pode conter spoillers. Todos os livros têm resenha aqui no blog.

O #OutubroRosa está aí e vamos falar sobre a minha escolha!!!!

Não adianta dizer que a modernidade mudou as relações ou que a globalização proporcionou uma abertura na forma de nos relacionarmos com o mundo e suas intempéries.

Sei que você pode pensar que pareço uma derrotista. Mas não se engane! As relações mudaram, os formatos de família há tempos são outros, a liberdade de expressão nunca foi tão importante, entretanto como bem diz Mia Couto nunca fomos tão solitários!

E é assim que em meio ao seu processo de Seleção que a Herdeira de Maxon e América vai descobrir-se tão solitária. Compreender a explicação para sua amargura a fará questionar tantas das suas decisões no passado e irá fundamentar suas decisões no presente.

O fardo que é a ausência do seu gêmeo, a doença da rainha, o amor que une seus pais e o apoio dos candidatos da Elite vão ser um bálsamo para esta princesa que assumirá muitas, mas muitas responsabilidades nesse caminho.

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Resenha: DangeRock #OutubroRosa #LivroRosa




Oi, Leitores!!!

Eu estava louca por esse livro, mesmo sem ter lido a sinopse, por dois motivos a capa e a autora, combinação perfeita para a leitora louca aqui.

Além disso, foi meu livro escolhido em comemoração ao #OutubroRosa, tá tudo bem que ele não é um #LivroRosa na sua totalidade, é um roxo metido a rosa, mas vocês aceitam né? 

Neste livro, iremos conhecer Eve McGannon, uma garota cheia de personalidade que desde adolescente comanda uma banda chamada DangeRock ao lado de grandes amigos. Sua personalidade, beleza, cabelo diferenciado e claro a sua voz estão fazendo com que os holofotes virem-se para ela e é por esse motivo que a banda irá receber uma proposta irrecusável e que mudará tudo na vida deles.

Uma coisa muito importante que vocês precisam saber, a Eve passou a vida inteira apaixonada pelo Brandon, o guitarrista da banda e seu melhor amigo, e mesmo com toda essa personalidade forte e incrível nunca criou coragem para se declarar. Por insegurança e receio de ter seu sentimento rejeitado.

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Outubro Rosa no Três Leitoras


Oi, Leitores!!!

No ano passado, nós aderimos a Campanha do Outubro Rosa e este ano não seria diferente. É de conhecimento de todos que este é o mês destinado a luta contra o câncer de mama e nós enquanto mulheres sabemos da sua importância.

Então, decidimos manter a luta neste ano, levando ao conhecimento de todas as mulheres a importância de se auto examinar e buscar o médico caso desconfie de algo.


Este é um movimento mundial, que se iniciou na década do século 20 nos Estados Unidos, e que aos poucos foi sendo reconhecida por todo o mundo.

No Brasil, a primeira iniciativa foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo-SP no dia 02 de outubro de 2002

Hoje, muitas cidades aderem a campanha, iluminando pontos turísticos com uma luz rosa e nós aqui aderimos a campanha realizando a leitura de um livro que tenha elementos rosa na sua capa e ficaríamos muito felizes se nossas leitoras aderissem essa campanha também.

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Resenha: Azar o seu #OutubroRosa #LivroRosa


OUTUBRO ROSA, e nada melhor que uma meta de leitura, não é mesmo. Portanto estou cumprindo com a minha parte. Minha escolha foi o livro Azar o seu! da Carol Sabar
Vamos conferir essa resenha?


Bia está parada num engarrafamento no Rio de Janeiro, pensando em sua vida azarada. Sem emprego, atolada em dívidas, ela não imagina que está prestes a viver a grande coincidência da sua vida. O motorista do carro ao lado está buzinando, tentando se comunicar com ela, como se fosse um velho conhecido... E ele é! Mas Bia não o reconhece. E como poderia? Ele é um homem, não mais o garoto de dez anos atrás. Está mais encorpado, cortou o cabelo, livrou-se do aparelho nos dentes e das espinhas do rosto, está tão diferente, tão lindo...

O motorista sai do carro, mas não tem tempo de se explicar, pois começa um violento tiroteio e eles têm que se jogar lado a lado no asfalto. Certa de que está prestes a morrer, Bia entra em desespero e se prepara para dizer suas últimas palavras, na esperança de que o suposto desconhecido deitado ao seu lado possa levar um recado a Guga, seu amor da adolescência, sem perceber que é ele próprio que está ali, ouvindo a inesperada declaração de amor!


Os dois escapam juntos do tiroteio e, a partir daí, começam a se envolver, dia após dia... Guga, sem coragem de assumir sua verdadeira identidade. Bia, fascinada por ele e feliz consigo mesma por finalmente estar se apaixonando por alguém que não é Guga...


Lido em: Outubro (rosa) de 2015
Título: Azar o seu!
Autora: Carol Sabar
Editora: Jangada
Gênero: Chick ist
Ano: 2013
Páginas: 368





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#OutubroRosa #LivroRosa: No Mundo da Luna


Oi, Leitores!!!

Tudo rosa por aqui???? rsrsrsrs Gente, adoro quando criamos esses desafios, porque aí eu tomo vergonha na cara e leio livros que estão na estante me esperando... E quando falamos de livros com a capa rosa, em homenagem ao Outubro Rosa, não pensei duas vezes na escolha.... O livro já foi resenhado aqui no blog, então falarei apenas dos sentimentos que ele me trouxe.


Lido em: Outubro de 2015
Título: No Mundo da Luna
Autora: Carina Rissi
Editora: Verus
Gênero: Romance
Ano: 2015
Páginas: 476


Luna é uma garota diferenciada e ler todas as suas aventuras encheu meu coração de alegria...

A história é extremamente envolvente e nos leva a caminhos que a gente nem imagina.

Luna é uma menina sonhadora, ela quer ver seus artigos estampados nas revistas, ela quer ser uma jornalista reconhecida e consagrada... E por isso não pensou duas vezes em entrar na revista Fatos & Furos, mesmo que apenas como secretária, afinal estaria trabalhando ao lado de Dante Montini, o cara visto como o Deus do Jornalismo. Ela não imaginava que fosse ser tão difícil conquistar seu espaço, por isso não pensou duas vezes em aceitar a proposta de escrever a coluna do Horóscopo, mesmo não sabendo nada disso... E é a partir daí que a vida de Luna começa a mudar.
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Resenha: Não se Iluda, Não #OutubroRosa #LivroRosa


Oi, Leitores!!

O que fazemos quando um amor vai embora ou nos deixa partir? Independentemente das razões que levam um relacionamento ao fim há um que de vazio no peito. Afinal, ser humano envolve emoções, sentimentos, expectativas e razões para querer estar junto.

No entanto, o que fazer quando o medo de sofrer cega a razão e duela com o coração?

Algumas respostas podem ser encontradas no segundo volume lançado pela rainha do desapego Isabela Freitas. Nesse, a ideia de um relacionamento feliz consigo mesmo, “ser feliz sozinho para aprender a ser feliz junto”, parece a receita mais que perfeita para não haver ilusão.

Tá certo que não dá pra viver num mundo pleno de razão e que uma dose de ilusão alimenta expectativas, gera ansiedade e culmina em tesão, satisfação e realização. Mas qual a medida certa para isso?

Bem, aprendi que não há receita e que para cada um de nós há uma medida especial. No entanto uma coisa é certa “Portão fechado não é convite para novidades”.

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Outubro: Livros Rosa




O  mês de outubro é destinado ao movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa. O nome remete a cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades.

A história do Outubro Rosa, se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. promovida anualmente em muitas cidades colorindo monumentos de rosa, então nós três, blogueiras Luana, Mara e Thais resolvemos entrar nesse movimento, porém retirando de nossa estante.

~~ O livro de capa rosa~~ 


Então , esse mês teremos resenha especiais (não que nenhuma das outras não será, ok?!)

Cada uma de nós escolhemos um livro de capa rosa para comemorar e claro, incentivar todas as mulheres a fazerem o exame preventivo de mama

Confira nossas escolhas

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