Olá, pessoas!
Hoje trago uma história um tanto trágica, podemos assim dizer. Um belo dia estava a procura de histórias engraçadas que envolvessem livros para contar a vocês, porém me deparei com a história da Elaine, e não resisti, a convidei para contar ela para vocês.
Vamos lá?
Olá, me chamo Elaine Vaz tenho 37 anos e moro na cidade de Curitiba-PR.
Mudança não é algo tão divertido assim, principalmente a parte de embalar e encaixotar tudo. Quando se trata de nossos pertences nós temos todo cuidado e carinho. Eu e minha família ficamos o dia inteiro nesse processo da mudança para a casa nova. Os meus queridos e amados livros, eu coloquei todos no porta malas do carro, porque não confiei deixá-los seguir viagem com o caminhão.
Depois de tudo encaminhado, pegamos nossos bichinhos de estimação. Uma cachorrinha chamada Mel e o nosso peixinho Darvin.
Depois de um dia árduo de trabalho, estávamos mortos de fome. Então paramos no Subway, para comer uns sanduíches. Meu marido, minhas três filhas e eu. Quando estávamos pra sair, meu marido disse que seria melhor escolhermos rapidinho e levar para comer em casa, afinal deixarímos a Mel (a cachorra) no carro e colocamos o Darvin (o peixe) no porta malas, se não a Mel podia derrubá-lo. Coloquei o aquário sobre meus livros, pois levaria apenas 15 minutos (pensei).
O problema foi que voltamos para o carro com os sanduíches e pegamos a estrada. Chegamos em casa, talvez pelo tanto que estávamos cansados, esquecemos o peixe no porta malas. Quando estacionamos o carro na garagem e fui fechar o portão, olhei para o porta malas e lembrei do peixe, dei um grito, acordei as meninas que dormiam no carro, meu marido veio correndo, e eu apavorada tirando meus livros e procurando o Darvin, meu marido dizia:
"Não adianta amor, ele já ficou muito tempo fora da água."E eu: "Me ajuda tirar os livros, vai que fez uma pocinha no fundo do step e ele está lá".
Tiramos todos os livros e nada, já estava escuro, na garagem ainda não tinha luz, tava difícil procurar só com a luz do celular, meu marido disse que procuraria no outro dia, eu disse que enterrasse ele antes de eu chegar do trabalho, porque eu não queria nem ver.
Acontece que ele não achou, mas não nos contou, eu me senti tão culpada que não quis nem saber mais.
Passado uns 10 dias mais o menos, estávamos assistindo na sala, uma das minhas filhas pegou um livro pra ler, estava ela lendo tranquilamente quando virou a página e deu um grito...
ADVINHA!!!
Nosso peixinho azul tinha virado um marca páginas, estava lá "inteirinho" no meio de um livro.
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| Elaine com sua família |
Enterramos ele com livro e tudo.
Foi muito triste, em memória do Darvin concordamos não ter mais outro peixe e também de não comprar o mesmo livro, era um do diário otário (o título é muito longo...rs). Hoje em dia a gente lembra e acha graça.
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com o assunto "Hora do Leitor" e nos conte a sua história.
Uaaauuu... Que coisa, não!



















