Resenha: Sejamos todos feministas

Oi, Leitores!!!

Finalmente realizei a minha primeira leitura de um livro da Chimamanda Ngozi Adichie e acho que comecei pelo livro correto. Escolhi ele para o Desafio Literário do Aquela Epifania e estou muito feliz com essa escolha.
Este livro é um ensaio adaptado do discurso que ela fez na TEDx Euston. Este ensaio é ótimo para entendermos de forma simples e bem exemplificada a diferença cultural entre os gêneros, o nosso papel na sociedade e o que realmente é o feminismo.
Okolomo olhou para mim e disse 'Sabe de uma coisa? Você é feminista!' Não era um elogio. Percebi pelo tom de voz dele - era como se ele dissesse: 'Você apoia o terrorismo!'
O que acho mais interessante é que ela não se direciona apenas as mulheres, mas também aos homens que podem ser feministas como nós, que podem mudar sua postura e abraçar esta luta. E o cerne de tudo está na educação que temos dado as nossas crianças, é nesta fase que precisamos mostrar que não existe superioridade entre os gêneros.

E ela nos mostra tudo isso, falando de experiências vividas, mostrando que mulheres não precisam se limitar, que e elas podem ser quem quiserem e que os homens não precisam se enquadrar neste esteriótipo de masculinidade criado pela sociedade.


É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que temos que começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente.

A cada trecho lido, pude fortalecer pensamentos e sentimentos, ficando mais alerta a situações tão cotidianas que por muitas vezes não percebemos o quanto são preconceituosas e o mais importante ratifiquei a minha importância enquanto pessoa, enquanto mulher.
Meninos e meninas são inegavelmente diferentes em termos biológicos, mas a socialização exagera essas diferenças. E isso implica na autorrealização de cada um.
A sua escrita é doce e ao mesmo tempo impactante, com colocações reflexivas e cheias de sagacidade. O tipo de leitura que queremos indicar para todos, como um pedido de entendimento, como um convite a luta.

Como Chimamanda, sou uma mulher feliz, que não odeia os homens e que uso não só batom e salto alto, mas qualquer outra coisa, para mim mesma e não para os homens.
O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo.
"A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente."
Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: ‘Você apoia o terrorismo!’". Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e - em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são "anti-africanas", que odeiam homens e maquiagem - começou a se intitular uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens".
Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.
Lido em: Abril de 2019
Título: Sejamos todos feministas
Autora: Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Gênero: Biografia
Ano: 2014
Páginas: 63
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Resenha: Persepólis

Oi, Leitores!!
Uma das coisas que mais me fazer amar participar do projeto de livros viajantes é ter a oportunidade de ler livros que talvez nunca fosse me propor a comprar e ler.

Persépolis é uma HQ (história em quadrinhos) é a autobiografia de Marjare Satrapi que nos contará, vinte e cinco anos depois, como foi viver em um período de guerra. Ela é a responsável não só por contar a história, mas por toda ilustração e parte gráfica do livro.

A história começa quando ela tem 10 anos e passou a usar, de forma obrigatória, o véu islâmico. E assim, ela nos conta como foi viver no Irã durante sua infância e adolescência, tendo que enfrentar todo os dilema político tão autoritário e repressor. Paralelo a isso, também acompanhamos o seu amadurecimento, vivências e dilemas típicos da transformação de menina para mulher.

Por ser de uma família moderna e politizada, Marjare nos traz uma visão diferenciada de todo esse período da revolução xiita que mudou drasticamente a vida de todos os iranianos.

Uma história real, contada por quem sofria com todo esse movimento, que nos faz questionar milhões de coisas a cada quadrinho e nos faz sentir o mesmo medo, insegurança, dor e instabilidade que ela sente.

A Marjare tem uma personalidade incrível, ela é objetiva e quer participar da revolução, ela sempre quis e fez questão de fazer a sua parte, de ser ativa em todo esse processo. E o melhor é você mesmo realizar a sua leitura e se encantar com essa menina-mulher.

Nunca havia lido nenhum livro ambientado nesse período de guerra no Islã, então tive uma aula gigante sobre história, conhecendo muito sobre a revolução, as regras religiosas, a cultura da região. E isso só me instigou a ler mais e mais e mais.

Com o passar das páginas, a minha emoção aumentava mais e mais, passei a sentir a dor que a Marjare sentia. Um livro que por muitas vezes me deu a sensação de impotência,um livro que nos faz refletir, nos tirando da nossa redoma, nos confrontando, nos dando tapas e choques de realidade.

Uma história profunda, reveladora, que nos trará a consciência da necessidade de entender, debater e discutir a política, o nosso papel na sociedade, o nosso papel enquanto mulher.

Na vida você vai encontrar muita gente idiota. Se te ferirem, pensa que é a imbecilidade deles que os leva a fazer o mal. Assim você vai evitar responder às maldades deles. Porque não tem nada pior no mundo do que a amargura e a vingança... Seja sempre digna e fiel a si mesma.
Lido em: Setembro de 2017
Título: Persepólis
Autora: Marjare Satrapi
Editora: Quadrinhos na Companhia
Gênero: Literatura Estrangeira
Ano: 2007
Páginas: 352

Descobri por acaso que o livro teve cedido os direitos cinematográficos e que foi produzido uma animação sobre ele.


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Resenha: O Diário de Bridget Jones



Oi, Leitores!!!

O que mais gosto de participar de Clubes do Livro é a oportunidade de ler livros que talvez, sozinha, não escolhesse para ler.


Pasmem, mas eu nunca havia lido o famoso "O Diário de Bridget Jones".

A capa ao lado foi do livro lançado em 1998 publicado pela Record e recentemente a Editora Paralela do grupo Companhia das Letras relançou o livro com uma capa lindíssima em comemoração aos 20 anos de publicação. (continue lendo e veja a capa nova).

O livro é um chick lit, escrito em forma de diário e por uma mulher extremamente real, que escreve suas metas (por mais bobas ou não que sejam), medos, inseguranças e que ainda precisar lidar com uma sociedade altamente estereotipada que não sabe lidar com uma mulher de 30 anos que ainda não casou e não teve filhos. Confesso que me identifiquei e muito com a personagem.

Seu diário é cheio de humor, revelações, medo, raiva, insegurança, oscilações de estima, confiança, desejo de mudança, entre tantas outras coisas. Qual mulher nunca escreveu uma linha sequer sobre isso? Acho que todas nós já escrevemos um diário alguma vez durante uma fase da vida (senti até saudades dos meus!!! 💗)
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Resenha: Tá Todo Mundo Mal




Oi, Leitores!!!

Lido em: Julho de 2016
Título: Tá Todo Mundo Mal - O livro das crises
Autor: Jout Jout
Editora: Companhia das Letras
Gênero: Nacional/Jovem Adulto
Ano: 2016
Páginas: 200

Bom, eu não sou uma pessoa muito ligada em Youtubers, viajo total na existência deles, não que ache ruim, é um hábito que eu não tinha e que agora por algumas razões eu tenho começado a criá-lo...

Os únicos videos que eu assistia e era uma vez ou outra, eram os do Fred do Entenda os Homens, eu acabo acompanhando o trabalho dele muito mais pelo blog e livros do que pelo canal...

Lembro como hoje, era meu aniversário e eu sou daquelas que não deixo ninguém esquecer e meio que peço um feliz aniversário decente... E foi assim que eu conheci a Jout Jout pela primeira vez... Estava eu em um grupo de Whats e escrevo "Só observo essas pessoinhas que não me deram feliz aniversário direito" e começou um papo sobre esse lance de ter que dar os parabéns e etc e uma amiga (a Talita) diz "você deveria assistir esse vídeo, ela é muito parecida com você". E eu fiquei feliz por saber que no mundo existe ao menos UMA pessoa que pensa como eu.

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Lançamentos - Setembro/2015


Oi, Leitores...

Eu adoro início de mês, porque fico só na ansiedade de conhecer os lançamentos e ainda ficar pensando no que fazer para conseguir comprar todos os meus queridinhos...



Vou destacar alguns livros, seja por estar cheia de curiosidade, seja por amar a autora...

Título: Destinado - As memórias secretas do sr. Clarke
Autora: Carina Rissi
Editora: Verus
Gênero: Romance/Chicklit

Ian Clarke é um homem de sorte e sabe muito bem disso. Ele encontrou a felicidade que tanto almejava ao lado de sua amada (e complicada) Sofia. Não que tenha sido fácil — mas o que é simples quando o assunto é sua esposa? O destino tem sido gentil, e por essa razão Ian se esforça tanto para ser um bom marido, um bom pai, um bom irmão.
Entretanto sua felicidade começa a ruir no baile de aniversário de sua irmã, Elisa. Ian assiste, impotente, enquanto sua vida perfeita se transforma em uma terrível catástrofe. A noite é desastrosa, e Elisa, a menina que ele jurou proteger, se torna alvo de um escândalo.
Mas o pior ainda está por vir. Um assunto do passado, um pesadelo que há muito o persegue, retorna para assombrá-lo. Aterrorizado com a possibilidade de perder Sofia outra vez, Ian segue seu coração na tentativa de proteger a mulher que ama, sem se importar com as consequências. Ele só não suspeitava de que o preço a pagar seria tão alto...
Em Destinado: as memórias secretas do sr. Clarke, os leitores vão conhecer um novo capítulo da arrebatadora história de amor de Ian e Sofia — desta vez pela perspectiva desse cavalheiro que conquista corações por onde passa.

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Resenha: O fio das missangas



Olá, Leitores!!


As Fronteiras entre a prosa, a poesia e a história

#DesafioLiterário2015
Categoria: Livro de contos

A missanga todos a veem.Ninguém nota o fio que,Em colar vistoso, vai compondo as missangas.Também assim é a voz do poeta:Um fio de silêncio costurando o tempo.

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Resenha: O Menino do pijama listrado - John Boyne


Titulo: O menino do pijama listrado
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 192
Ano: 2007

Sinopse  

Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade,Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região
desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga.Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmodia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda asatividades de seu pai. "O Menino do Pijama Listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
                                            
*********

De primeira a capa é fofinha (Rsrs...), o título inocente, porém o conteúdo vale muito! Sim, a principio  (Eu sou louca e nunca leio Sinopse) embarquei em uma estória sem saber muito bem sobre ela. Acredito que li com olhos de criança, e tudo aquilo me fez ver uma outra realidade assim como a inocência de Bruno, o menino que queria fazer amizade, afinal mudar de uma cidade como Berlim e mudar para um lugar isolado como Haja-Vasta(onde se encontra o maior campo de concentração da II Guerra Mundial) não é nada fácil (tudo aquilo  é chato e monótono). Após um tempo que Bruno esta morando em Haja-Vasta(creio que por volta de 1 ano) ele fez uma bela amizade  com Shmuel, ultrapassando as barreiras e diferenças. Bruno recebe a noticia de uma nova mudança de cidade,e resolve conhecer aquele lugar que ele sempre visitava para brincar com seu amigo(do lado de fora da cerca), e ele vai se aventurar ….                                                                        


É ai ele se depara com a realidade do lugar, que  ele recorda ser uma coisa bem diferente da triste realidade que seu amigo vive. Ele é inocente e não sabe muitas coisas do que se passava a sua volta,mesmo seu pai sendo um comandante Nazista.

É um livro que retrata uma época cruel, na segunda guerra mundial. Você vai se emocionar e também ver a mais bela estória de uma verdadeira amizade, no fim você vai se surpreender! 

Ps:O filme seguiu muito bem os pontos fortes do livro, não foi 100% fiel (porém seguiu bem o livro). Um dos melhores livros que virou filme. Vale a pena conferir!



 A amizade e inocência de um coração puro no qual tinha tudo para que eles se tornassem inimigos!

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Resenha: 1984, George Orwell


Você sabe porque o cinema é chamado de a sétima arte? E o que essa pergunta tem a ver com um blog de literatura? Pode ter muita coisa, se consideramos que as artes estão todas interligadas. A partir de hoje também faço parte desse lindo projeto, que é o blog 3 Leitoras. Estou muito feliz por estrear neste espaço, pois a literatura sempre foi minha paixão. Desde os sete anos, quando fui alfabetizada, leio compulsivamente. Lembro-me de, na quarta série, chegar um dia à biblioteca da minha escola e não ter mais livro para eu ler, pois já tinha lido todos de literatura.
Assim, escolher o primeiro livro para compartilhar aqui com vocês foi uma tarefa árdua. Mas, querendo ou não, sempre há aquele que nos marca mais.

O meu eleito é o livro intitulado “1984” e escrito por George Orwell. Este livro é o meu favorito, pois reúne ficção, qualidade literária e ideologia política, além, claro, de uma boa dose de romance.    

                      





Título: 1984
Autor: George Orwell
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 416
Ano: 2009











Em “1984”, escrito em 1949, Orwell descreve a forma como ele imagina que o mundo seria no ano de 1984. A perspectiva apresentada é sombria, na qual o mundo é dominado por um governo totalitário, que controla cada passo das pessoas, tendo domínio inclusive sobre os seus pensamentos.
Em meio a esse caos, nos é apresentado Winston, o protagonista da história, que tenta lutar contra a alienação, mas se vê impotente diante dos mecanismos de controle elaborados pelo governo vigente, que contava inclusive com severas formas de tortura.

Em sua luta, Winston vive situações que comovem o leitor, que revoltam, fazem com que nos imaginemos em seu lugar e, por fim, quando a leitura termina, a consciência crítica dos mecanismos de alienação se torna mais latente em nossa vida, mas, apesar de tudo, nos faz agradecer e dar mais valor à relativa democracia em que vivemos.

“1984” é um livro incrível por abordar temas que continuam contemporâneos, por se manter tão atual com o passar dos anos. A expressão “Big Brother”, por exemplo, foi criada por Orwell para designar a figura da onipresença do controle estatal e por esse motivo ainda é usada atualmente, porém já sem tanta conotação política, apenas como referência a constante observação a que os participantes de reality shows são submetidos.     

Orwell inovou também ao criar um novo sistema lingüístico, que seria usado a serviço da dominação mental. Vários aspectos gramaticais da Novílíngua são apresentados no texto, há inclusive um apêndice inteiramente dedicado a ela.

Se você gostou desta história e da ideologia que ela transmite, então, você também não pode deixar de ler a Revolução dos Bichos do mesmo autor.

E, respondendo a pergunta inicial, o cinema é chamado de a sétima arte por ser uma forma de arte criada após a classificação das seis artes clássicas feita na antiguidade pelos teóricos gregos, que são: música, dança, pintura, escultura, literatura e teatro.

Um grande abraço e até a próxima.

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Uma notinha de rodapé:Saiu na impressa essa semana que será rodado um filme sobre o livro 1984. Na verdade, esta será a 3ª adaptação do livro, pois já existem outros 2 filmes baseados nele. Nesse, no entanto, o burburinho é grande porque quem irá protagonizar a história de amor vivida pelo personagem principal é a atriz Kristen Stewart, isso mesmo! Agora é torcer para ela ter uma boa atuação e não estragar esse primor que é a história de 1984.




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